1824 - São descritos por Combe os primeiros casos de anemia perniciosa e a relação possível com as doenças do sistema digestivo.
1855 - Combe e Addison identificam os sintomas clínicos da anemia perniciosa.
1925 - Whipple e Robscheit-Robbins descobrem os benefícios do fígado na regeneração do sangue em cães anémicos.
1926 - Minot e Murphy relatam que uma dieta de elevadas quantidades de fígado cru dada a pacientes com anemia perniciosa restaura o nível normal dos glóbulos vermelhos. São desenvolvidos concentrados de fígado e são iniciados estudos sobre os presumível(eis) principio(s) ativos (“fator anti anemia perniciosa”).
1929 - Castle postula que estão envolvidos dois fatores no controle da anemia perniciosa: um “fator extrínseco” nos alimentos e um “fator intrínseco” na secreção gástrica normal. A administração simultânea destes fatores causa a formação de glóbulos vermelhos a qual alivia a anemia perniciosa.
1934 - Whipple, Minot e Murphy são galardoados com o prémio Nobel de medicina pelo seu papel no tratamento da anemia perniciosa.
1948 - Rickes, Folkers e os seus associados (EUA) e Smith e Parker (Inglaterra), trabalhando separadamente, isolam um pigmento vermelho cristalino ao qual dão o nome de vitamina B12.
1948 - West demonstra que injeções de vitamina B12 beneficiam dramaticamente os pacientes com anemia perniciosa.
1949 - Pierce e os seus colaboradores isolam duas formas cristalinas de vitamina B12, igualmente eficazes no combate da anemia perniciosa. Uma forma é descoberta como contendo cianeto (cianocobalamina) enquanto a outra não (hidroxocobalamina).
1955 - Hodgkin e os seus colaboradores estabelecem a estrutura molecular da cianocobalamina e as suas formas coenzimáticas utilizando a cristalografia por raio-x.
1955 - Eschenmoser e os seus colaboradores na Suíça e Woodward e os seus colaboradores nos EUA sintetizam a vitamina B12 a partir de culturas de certas bactérias/fungos.
1973 - Síntese total da vitamina B12 por Woodward e os seus colaboradores.